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Como aprender sozinho? Comportamentos e metodologias para um autoaprendizado eficaz

Imagem ilustrativa do post sobre "Como aprender sozinho? Comportamentos e metodologias para um autoaprendizado eficaz" publicado no blog da Kumori.

Uma das consequências óbvias da popularização e expansão da internet nas últimas décadas é o processo de democratização da informação. Com tanto conhecimento disponível a qualquer um que possua uma conexão, aprender sozinho sobre qualquer tema ou assunto tornou-se possível.

Mais que possível, poderíamos dizer.

Esteja você em uma situação de transição de carreira, buscando novos horizontes na profissão, ou mesmo em busca de um novo hobby, aprender sozinho é uma boa estratégia!

Foi com isso em mente que preparamos este guia para você que quer começar neste incrível mundo do autodidatismo ou que já está nele, mas precisa de algumas orientações.

Como aprender sozinho?

Quem se engaja em uma aventura para aprender sozinho uma habilidade, técnica ou qualquer coisa do tipo, se enquadra naquilo que chamamos de autodidata. Um autodidata é, literalmente, aquele que aprende sozinho.

O termo deixa nas entrelinhas uma interpretação importante, porém. “Didaktos” é uma palavra grega que significa “ensino”. Ou seja, um autodidata é não apenas aquele que aprende sozinho, mas também a pessoa que “ensina a si mesma”.

No caso, o ato de ensinar prescinde uma série de técnicas e comportamentos que vemos de forma muito clara em professores e mestres, que partem de princípios como organização do conhecimento e aprendizagem por meio da prática e do reconhecimento do erro.

Conforme veremos mais adiante neste artigo, uma pessoa autodidata possui características bastante análogas a essas que acabamos de listar, além de colocar em prática alguns métodos e fazer uso de ferramentas especificas.

Pronto para aprender (sozinho?) como aprender sozinho?

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Comportamentos para aprender sozinho

A vida que levamos na civilização contemporânea nos obriga a muitas coisas para sobreviver, e simplesmente decidir aprender algo não está no rol de decisões que a maioria das pessoas pode tomar.

Os motivos são muitos: falta de tempo, de dinheiro, de motivação – ou as pessoas simplesmente não sabem que querem ou precisam aprender uma dada atividade, principalmente quando isso pode contribuir com seu bem estar.

Em situações de difícil escapatória como essas, vale muito ativar alguns tipos de comportamentos que podem ser cruciais para você conseguir começar a aprender algo como autodidata. Confira:

1) Curiosidade

Querer saber como as coisas funcionam e por que o mundo é desse jeito é um dos estopins iniciais para um universo de autodidatismo. Quem pratica a curiosidade tende a buscar conhecimento de maneira a se embrenhar em lugares da história humana que jamais imaginaria. Funciona sempre.

2) Organização

Não precisamos nem discorrer sobre o volume de informação que recebemos hoje, fora as atividades cotidianas que tomam boa parte de nosso tempo, para entendermos o quão lidar com tudo isso sem enlouquecer é algo a se buscar diariamente.

Assim, saber se organizar nesse mundo maluco é um atributo mais do que necessário para quem quer aprender sozinho, uma vez que tudo chegará para você de maneira caótica e sem qualquer filtro. Boa sorte!

3) Paciência

Aprender é um processo que leva tempo. Afinal, passamos mais de 10 anos na escola, não é mesmo?

Agora imagine quando queremos aprender sozinhos: neste caso, o tempo não é seu aliado. O que fazer, então? Exercitar o desprendimento da urgência, na forma de muita paciência com a sua própria jornada de aprendizado.

4) Determinação

Irmã gêmea da paciência, a determinação é uma qualidade que nos permite enfrentar percalços e problemas, sem desistir de tudo. Parece bom para alguém que quer aprender sozinho, não é mesmo?

Muitas coisas vão dar errado. Aquilo que tínhamos certeza de ter aprendido bem vai mostrar sua verdadeira face e nos destruir. Mas tudo bem! Afinal, tempo, paciência e a certeza de que tudo dará certo no final são coisas que farão você continuar.

5) Iniciativa

“Basta começar” é um dos bordões mais conhecidos e difundidos quando falamos de motivação. E, na prática, podemos muitas vezes verificar que os dizeres são muito válidos.

O primeiro passo é sempre aquele que nos custa mais energia, assim como o primeiro contato com algo novo, um conhecimento que nos era estranho, uma prática que desconhecíamos.

Porém, basta tomar a iniciativa deste primeiro passo que a estranheza e a novidade acabam. O caminho torna-se sólido, visível e palpável.

Métodos e dicas para aprender sozinho

Claro que não só de comportamentos padrão se faz um bom autodidata. Para conseguir aprender sozinho, é preciso racionalizar o processo e colocar em prática alguns métodos e dicas.

A seguir, temos uma lista que criamos em caráter sugestivo para que você possa escolher as técnicas que mais fazem sentido para você e melhor se encaixem no seu estilo.

Leitura

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Tradição oral já não é mais tanto o forte de nossa civilização, então nada melhor do que se apoiar na outra forma de registro dentre as mais antigas já produzidas pela humanidade: a escrita.

Leia. Leia muito. Não é suficiente: leia mais. Exageros (ou não) à parte, ler conteúdo disponível sobre o assunto que você procura aprender vai te fornecer a base sólida para que você consiga absorver conhecimento e fazer as perguntas certas.

Prática

É quase lei: quando aprendemos algo e depois colocamos em prática, é nesse segundo momento que, de fato, temos a ampla visão do como fazer e do que aquilo tudo significa.

Existem muitas maneiras de praticar o que se aprende: pode ser depois de absorver certa quantidade de teoria, ao mesmo tempo em que se estuda a parte teórica – ou até mesmo ficar só na prática e a teoria que venha por consequência. 

Distribuição no tempo

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Como você costuma estudar? Muito conteúdo em pouco tempo? Ou pouco conteúdo em um dia, mas muitos dias seguidos? O que é melhor?

A resposta é o nosso famoso e odiado “depende”. Conteúdo que precisam ser fixados rapidamente, mas que duram pouco tempo na mente, podem ser absorvidos em uma maratona.

Porém, para aprender de forma mais sólida, estruturada e poder manter esse conhecimento por mais tempo, o ideal é distribuir o aprendizado no tempo.

Auto explicação

Conceitos e teorias complexas ganham aqui uma ferramenta essencial para sua compreensão: a auto explicação.

Faça o teste: depois de aprender um conceito, feche todos os livros (e também as abas do navegador) e diga a si mesmo, com suas própria palavras, o que você acabou de aprender.

É bem difícil conseguir assim que temos o primeiro contato com o conceito em questão, mas isso ajuda muito a identificar onde estamos com dúvida.

Interrogação ativa

Quem quer aprender sozinho precisa voltar aos tempos das primeiras infâncias, mais especificamente para a fase das perguntas. Por que isso? Mas por que aquilo? Como é isso?

Um grande desafio aqui é construir uma consciência de que nenhuma pergunta é boba ou ruim. Afinal, para quem está aprendendo, até o mais básico de qualquer assunto precisa ser desvelado por meio de questionamentos.

Resumos, grifos e releituras

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Use, abuse e “reabuse” de todo o material que você possui sobre o assunto que está aprendendo. Faça sínteses sistemáticas, grife o que você considera importante e releia o que você não entendeu ou que ainda não está tão claro.

Cada ação desse processo todo tem uma importância dentro de toda a sua jornada de aprendizado. Cada grifo, cada frase de resumo que você construiu e cada página relida fazem você andar um passo à frente – acredite!

Aprendendo com ferramentas online

Corremos o risco de cair no maior dos lugares-comuns, mas vamos lá: a internet é o maior e melhor repositório de conteúdo que você vai encontrar para aprender sobre qualquer coisa.

Fazer cursos online é um dos melhores caminhos, com certeza. Plataformas como a Alura ou Udemy oferecem uma gama bastante variada de cursos a preços acessíveis.

Além disso, é importante saber usar a rede a seu favor, com todo o seu potencial de mostrar informação variada. Acompanhe:

Para descobertas: Google

Nem tudo está dentro dos cursos. Muitas práticas desatualizam-se rápido e novos paradigmas surgem a cada duas semanas. Pai Google existe para ajudar muito nessa questão e mostrar o que há de mais novo em termos de conhecimento humano.

Claro, vale aqui colocar em prática o velho discernimento sobre o que é informação falsa, golpe, ou simplesmente conhecimento desatualizado. Olhar treinado é muito importante!

Para organização: Trello

Listas que contém cards recheados de possibilidades de informações, tudo isso arrastável na tela do seu navegador: este é o Trello, uma das mais eficiente ferramentas de organização que existem.

Acredite: com o Trello dá para organizar qualquer coisa. Estudos, uma viagem, reformas, leituras, fichamentos. Tudo mesmo! Vale dar uma boa olhada, pois tem um plano grátis para sempre que dá conta do recado.

Para aquisição de conhecimento preliminar: Youtube

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Já falamos do Google como o arauto do conhecimento contemporâneo, mas o YouTube, seu primo-irmão focado em vídeos, não fica atrás. Na verdade, às vezes fica até na frente!

O YouTube é muito bom para iniciar um processo de aprendizagem. Assim que você entra em contato com uma nova tendência, vale procurar no YouTube por alguns vídeos explicativos para saber onde você está pisando.

Agora, que tal você contar para a gente o que já aprendeu sozinho, ou mesmo o que está aprendendo? Quem sabe até mesmo a gente se anima a virar autodidata?

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